No power, sayonara.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

 

 

Em uma corrida morna, apesar do traçado técnico e muito exigente, o GP do Japão viu a Ferrari dar adeus ao possível penta do Vettel. É inacreditável a queda no rendimento da equipe, principalmente pelo desempenho consistente na primeira parte da temporada. Vamos mandar um carregamento de sal grosso, uma benzedeira e um exorcista para Maranello!

A elegância com que o alemão tem encarado este momento não tem sido demonstrada pelo samurai Alonso, que levou uma merecida punição por desrespeitar as bandeiras azuis. Na Malásia ele aprontou com o Vettel, no Japão foi com o Verstappen. Pessoalmente acho que ele deveria mudar de ares e mostrar seu inegável talento em outra categoria, nenhuma das grandes equipes quer o genial e genioso piloto em suas garagens, minando o ambiente.

Falando em ambiente, a devotada e entusiasmada torcida japonesa compareceu em peso, com toda sua simpatia e criatividade. É incrível a paixão dessa turma pelo esporte a motor. Não é só a F1 que lota os autódromos no país do sol nascente e das cerejeiras (desculpem, não resisti ao clichê), todas as categorias atraem um bom público.

E se o público não assistiu uma corrida das mais emocionantes, viu duas despedidas: Sainz Jr dando adeus a Toro Rosso e Palmer dando adeus à carreira na Fórmula 1. O espanhol já corre pela Renault no próximo GP dos EUA, justamente no lugar do Palmer, um dos piores pilotos a passar pelo grid nos últimos anos. Com essa mudança, Kvyat volta a pilotar a Toro Rosso, ao lado do Gasly, que está ocupando o cockpit que era do… Kvyat, ele mesmo. Ligeiramente confuso, não?

Com o tetra do Hamilton sendo apenas uma questão de tempo, vamos preparar a cozinha gourmet e trocar o niguiri shake pelo barbecue.

 

Vera Peres é publicitária e apaixonada por Fórmula 1 – desde sempre. Acorda no meio da madrugada para acompanhar corridas. É Ferrarista, fã incondicional do Schumi e mãe do peludo Kimi Räikkönen. Já visitou a Ferrari em Maranello, viu Alain Prost, David Coulthard, Damon Hill e Jacques Villeneuve treinando no autódromo do Estoril, viu o Hulkenberg marcar a única pole da carreira (até agora), em Interlagos/2015, debaixo de uma chuvarada, chorou com a morte do Gilles Villeneuve, coleciona filmes, documentários e livros sobre o esporte. O seu sonho de consumo é assistir – ao vivo – uma prova em Monza ou em Spa.

 

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