Fechando o grid de 2018

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

 

 

 

Hora de falar de quem faz bonito e de quem é cachorro grande.

 

Quem faz bonito:

A Renault tem uma bela dupla de pilotos, gosto muito do Hulk e do Sainz Jr. O desempenho do motor vem melhorando, a temporada parece ser promissora para a equipe. E não podemos esquecer a presença do tetracampeão Alain Prost nos boxes.

A Force India, que está tentando mudar de nome, também tem uma dupla rápida e talentosa. Meu primo mexicano já é um veterano, mas continua veloz e cascudo. Ocon é veloz, está criando casca e tem a expectativa de um futuro brilhante. Espero que a disputa interna não prejudique o desempenho da equipe. Ano passado os meninos andaram se estranhando e desperdiçando pontos preciosos. E o carro rosa é um charme adicional.

 

Os cachorros grandes:

A Red Bull teve uma significativa melhora no rendimento, no final da temporada de 2017. Se a curva de crescimento for mantida, veremos o canguru sorridente e o Mad Max frequentando o pódio com assiduidade. Se o holandês conseguir domar seu temperamento explosivo e falastrão, em pouco tempo certamente será campeão mundial.

A Mercedes continua como favorita, a curiosidade é ver como vai ser a dinâmica da dupla Hamilton/Bottas. Em 2017 o finlandês foi amplamente dominado, fez o jogo de equipe, enfim, foi o segundo piloto. Será que ele vai se contentar com isso por mais um ano?

A Ferrari deixa os tifosi sempre nervosos. Qual equipe veremos? A da primeira metade da temporada, que fez do Vettel o líder do campeonato? Ou a da segunda metade, atrapalhada e perdida com erros estúpidos? Claro que a chance de título é com o Vettel, mas fico triste em pensar que deve ser a última temporada do Iceman. Menos mal que ele finalmente tem uma conta no Instagram, com postagens no estilo que os fãs conhecem tão bem.

E que comece o espetáculo!

Vera Peres

 

Vera Peres é publicitária e apaixonada por Fórmula 1 – desde sempre. Acorda no meio da madrugada para acompanhar corridas. É Ferrarista, fã incondicional do Schumi e mãe do peludo Kimi Räikkönen. Já visitou a Ferrari em Maranello, viu Alain Prost, David Coulthard, Damon Hill e Jacques Villeneuve treinando no autódromo do Estoril, viu o Hulkenberg marcar a única pole da carreira (até agora), em Interlagos/2015, debaixo de uma chuvarada, chorou com a morte do Gilles Villeneuve, coleciona filmes, documentários e livros sobre o esporte. O seu sonho de consumo é assistir – ao vivo – uma prova em Monza ou em Spa.

 

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