As tão desejadas lamparinas, consideradas finíssimas e elegantes, alvo de colecionadores que desembolsam pequenas fortunas pelas edições limitadas lançadas de tempos em tempos, foram originalmente criadas com a finalidade de desodorizar e desinfetar as enfermarias e quartos de hospitais  de Paris e arredores. Seu nome, Lampe Berger, deriva do sobrenome de seu criador, Maurice Berger, um boticário – e visionário – francês que, brilhantemente, patenteou a primeira versão de sua “invenção” em 1898. As lamparinas Lampe Berger começaram a ser comercializadas para uso doméstico em 1902, em Paris, em meio à Belle Époque.   Logo, a elegante marca de lamparinas tornou-se um símbolo de luxo usado pela burguesia, escritores e artistas, entre eles Picasso, Jean Cocteau e Colette.

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